quinta-feira, outubro 02, 2008

Traduzindo a rotina.
obs: sugiro ler o post anterior primeiro

Cinco e meia da manhã: despertador toca. Num pulo estou de pé, me perguntando o porquê disso. Mas estou de pé. Xixi, dentes escovados, rosto lavado, hidratante, filtro solar, desodorante, perfume, roupa, sapatos, lancheira da criança, minha própria lancheira, não me preocupo com cabelo nem maquiagem. Crachá, chave do carro, elevador, garagem, caminho do trabalho, CBN, roleta, chave da sala e pronto. Às seis e quarenta e cinco estou em frente ao computador.
Internet, e-mail, chá de hortelã, reunião, documento, e-mail de novo. Pensa, digita, programa, compila, não roda, corrige, opa! deu certo, beleza. Tudo resolvido, chave do carro, caminho de casa, almoço, minhas filhas queridas. Ótimo, são 13 horas e estou em casa. Brincadeira, sacola, natação de uma, natação da outra, mamãe na piscina, banho de uma, banho da outra, jantinha no prato. Cadê o papai? Chegou! Tchau meninas, tchau amor.
Ufa! Nem mãe, nem mulher, nem profissional. Respiro fundo, porque, apesar do cansaço, agora são 19 horas e eu quero ser só bailarina. Barra de cereal, música, suor, ensaio, ensaio, ensaio, all that jazz. Galera, já são quase 21 horas e preciso ir embora, até amanhã. Casa, banho, lanche, enfim sós! O depois ainda não caiu na rotina.